quinta-feira, 11 de setembro de 2008

EM BUSCA DO SEU LUGAR AO SOL


Vindo do Newell's, paraguaio Salcedo quer dar o seu máximo em busca do primeiro gol com a camisa do River.

JOÃO PAULO CASTILHO - Acostumado a sempre jogar no Newell's Old Boys, Santiago Salcedo está se adaptando ao Mundo River Plate e sonha em fazer seu primeiro gol com a camisa millonaria neste domingo, contra o Arsenal, às 18h40, no Estádio do Viaduto.

Sobre o fato dele sempre jogar no time de Rosario, o armador paraguaio declarou que “no River os jogadores saem em busca da vitória logo no primeiro minuto e tem menos espaços para atacar”.

"Nos clubes menores, sempre é passado para os jogadores que não tomem gols e contra-atacar como puder", acrescentou o atacante. Após de aplicar o novo método de jogo, tudo indica que Salcedo vai ser o titular diante do Arsenal. "Espero que eu possa fazer o meu primeiro gol com essa camisa no próximo domingo," ressaltou o jogador.

GRANDES JOGADORES – LEONARDO ASTRADA



Ele foi o jogador que mais ganhou títulos no River e só não fez a carreira toda no clube porque foi contratado pelo Grêmio Porto-alegrense.

JOÃO PAULO CASTILHO - No futebol atual, os jogadores não têm mais o amor à camisa, que os jogadores do passado tinham. Nilton Santos só jogou no Botafogo. Maradona, mesmo no Barcelona e no Napoli, sempre mostrou sua paixão ao Boca Juniors. Reinaldo Lima foi a mesma coisa com o Atlético Mineiro. No River Plate foi a mesma coisa. Vários jogadores do passado abraçaram o clube como fossem uma parte do corpo ou sua própria nação, e ficaram por lá vários anos. O maior exemplo disso é o volante Leonardo Astrada.

Leonardo Rubén Astrada nasceu no dia 6 de janeiro de 1970, na cidade de Buenos Aires. Ele apareceu pela primeira vez no time titular no ano de 1989, como uma revelação do técnico Daniel Passarella. Ele nem imaginava que no futuro iria entrar na história do clube. Neste ano ele conseguiu conquistar dos títulos: a Liguilla e o Torneio Apertura.

Seu primeiro gol na carreira foi marcado no dia 29 de outubro de 1989, na vitória por 3 a 1 sobre o Deportivo Español, pelo Torneio Clausura.

A década de 1990 foi memorável para Leonardo Astrada. Nesta época, o chefe foi campeão argentino 10 vezes, campeão da Recopa Sul-Americana de 1997 e campeão da Taça Libertadores de 1997. Com todas estas façanhas, Astrada se tornou o jogador com mais títulos conquistados no Club Atlético River Plate.

Na seleção argentina ele não foi muito lembrado. As únicas disputas oficiais foi na Copa América de 1991, onde foi campeão e a Copa do Mundo de 1998, na França, todas lembradas pelo técnico Daniel Passarella. Na França, sequer entrou nos jogos. Até hoje fico me perguntando por que ele não foi para a Copa de 94 e para as Copas América.

ASTRADA E A IDA AO GRÊMIO
No ano 2000, o Grêmio junto com o Flamengo resolveu assinar uma parceria com a empresa suíça de marketing esportivo ISL. E no time gaúcho, a empresa trouxe Leo Astrada e o meia Gabriel Amato.

Depois de 10 anos somente de River Plate, Astrada resolveu aceitar a proposta. Estas contratações badalaram todo o futebol rio-grandense. Mas, após a CPI do futebol, a saída de Edmundo dos Santos Silva do Fla, o grupo faliu, Amato preferiu assinar com o Bétis e Astrada voltou ao River. No Tricolor fez apenas seis jogos e não marcou nenhum gol.

TREINADOR ASTRADA


Leonardo Astrada encerrou sua carreira brilhante de jogador no ano de 2004, no grande River, com 34 anos, devido a uma contusão. Logo em seguida, aceitou o convite do presidente José Maria Aguillar de treinar o River, no ano de 2004. Levou a equipe a uma semi-final de Libertadores e a conquista de um Torneio Clausura. Mas ele não foi tão bem, quanto foi como jogador. Perdeu a Copa Sul-Americana de 2004 para o Cienciano do Peru e acabou sendo demitido.

ASTRADA HOJE
Leonardo Astrada está esperando propostas para treinar clubes de futebol. Em abril ele foi dispensado pelo time do Colón de Santa Fé, devido a seqüência de maus resultados.

FICHA TÉCNICA
NOME: LEONARDO Rubén ASTRADA
APELIDO: El jefe (O chefe)
POSIÇÃO: Volante
DATA DE NASCIMENTO: 6 de janeiro de 1970, em Buenos Aires (ARG)
TEMPO DE RIVER: 15 anos(1989-2000, 2000-2004), 302 jogos, 6 gols
TÍTULOS NO RIVER: Campeonato Argentino: 1989 - 90 (Primeira División); 1991, 1993, 1994, 1996, 1997, 1999 (Apertura); 1997, 2002, 2003 (Clausura); Taça Libertadores de 1996; Supercopa (1997).
MAIOR FEITO: É o jogador que mais conquistou títulos no River (12 no total).
MAIOR FIASCO: Inexplicavelmete foi pouco convocado pela Seleção Argentina.

NA PRÓXIMA SEMANA: REINALDO MERLO

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

RIVER É BRONZE NAS PARAOLIMPÍADAS

Gullermo Marro ficou em terceiro lugar, superando o seu maior rival.




DO SITE OFICIAL DO RIVER PLATE - O argentino Guillermo Marro, nadador do River Plate, conseguiu mais uma medalha para a sua coleção. O nadador argentino terminou em terceiro lugar do pódio com um tempo de 1m15s17 nos 100m Costas categoria 7, nos Jogos Paraolímpicos de Pequim 2008.

O argentino ficou atrás do americano Lantz Lamback (que bateu o recorde mundial na classificação, com 1m14s06 e depois na corrida, com 1m12s09), que levou o ouro e do britânico Jon Fox, com 1m14s38, que levou a prata.

Mesmo começando mal, Guillermo conseguiu recuperar rapidamente e entre os primeiros colocados da prova, mas foi impossível de superar os vencedores. No entanto, Marro pôde vencer pela primeira vez o britânico Andrew Lindsay (quarto lugar com 1m15s99), e que venceu a prova no início da temporada 2008.

Com esta medalha de bronze, Guillermo Marro soma sua terceira medalha olímpica consecutiva. Em 2000, em Sydney, na Austrália conseguiu o bronze (o munidial) e em Atenas em 2004 foi a vez de prata.

CLASSIFICAÇÃO
1º - Lantz Lamback (EUA) - 1m12s09
2º - Jon Fox (GBR) - 1m14s38
3º - GUILLERMO MARRO (ARG) - 1m15s17

MAIS TESTES, SIMEONE?

Nesta manhã, o treinador do River Plate voltou com Ponzio na linha de volantes, junto com Abelairas; ataque ainda está indefinido.



DO CLARÍN - Outra semana de testes feitos pelo técnico Diego Simeone, na vida do River Plate. Durantes os treinamentos, desta manhã, no prédio de Ezeiza, ele voltou a modificar o time. Assim, ficou difícil de saber quem são os onze que vão enfrentar no próximo domingo o Arsenal de Sarandí, às 18,40, no Julio Humberto Grondona, partida válida pela quinta rodada do Torneio Apertura.

O goleiro Ojeda se manteve como titular, junto com Ferrari, Quiroga, Tuzzio e Villagra, que formaram a defesa. No entanto, Ponzio formou a dupla de volantes junto com Abelairas, ocupando o lugar, que ontem havia sido de Ahumada. No meio, Simeone colocou Rosales, na direita e Buonanotte foi para a esquerda. E no ataque Salcedo teve dois companheiros: primeiro foi Mauro Diaz e, em seguida, Andrés Rios.

Fiel ao seu estilo, El Cholo certamente vai prosseguir com os testes amanhã. Também vai olhar ressabiado as Eliminatórias, pois o colombiano Falcao García e uruguaio Robert Flowers, que disputam jogam pelas Seleções de seus países, seriam úteis ao esquema de Diego Simeone.

Os treinamentos para a partida contra o Arsenal vão continuar amanhã, às 16h30, no prédio de Ezeiza, sem a presença da imprensa.

MÉNDEZ: “CHEGUEI FORTE, SIM, MAS NÃO FUI PREMEDITADO"



Depois do lance que marcou o empate entre River e San Lorenzo, zagueiro confirma que não queria ferir o rival.


DO LA PÁGINA MILLONARIA - O zagueiro do San Lorenzo, Sebastián Méndez falou pela primeira vez desde que deu o pontapé de Radamel Falcão, no empate por zero a zero. Apesar das imagens da TV evidenciaram bem o lance, Méndez afirma que não tinha nenhuma intenção de agredir o lesionar o colombiano.

Após o incidente, Méndez não quis comentar nem sobre o lance, nem sobre o jogo. Saiu do Monumental, em Buenos Aires, sem fazer declarações, inclusive no dia seguinte. O becão, por causa da falta, levou três jogos de suspensão. O zagueiro declarou ao árbitro da partida, Diego Abal, que ao tomar o cartão vermelho, se sentia como tal. Ou seja, envergonhado.

Essa frase descartou qualquer possibilidade de vingança. "Eu sei que o que aconteceu foi uma falha grave, mas também entendo que houve pessoas que não agiu de boa-fé", disse o defensor. Ele acrescentou: “A bola caiu lá, e eu tirei forte. Cheguei tarde, sim, mas não fui premeditado em lesionar Falcao García", disse o zagueiro.

Além disso, Mendez acrecentou: “Eu tenho 500 jogos na Primeira Divisão Argentina e ele nunca quebrei o joelho ou tornozelo de ninguém. Falcão. Se ele queria quebrar, ele quebrou. Ele ainda disse: "Estou surpreendido os jogadores do River que comentaram sobre o assunto. Se Abelairas ou Ferrari quisessem dizer algo, falem na minha cara, porque os microfones é muito fácil".

GRANDES TREINADORES - AMÉRICO GALLEGO




Ele foi um dos maiores jogadores do Millonario, faz parte de "La escuela Passarella". Mas duas eliminações diante do Vasco queimaram seu filme.


JOÃO PAULO CASTILHO - Tudo que é de bom passa no River. Seja jogador, seja treinador, seja torcedor. Se não fôssemos tão bons, a Seleção Argentina não jogaria somente no Estádio Monumental de Nuñez, que pertence ao Millonario. E para continuar esta série de grandes personalidades que passaram ao longo destes 107 anos de Club Atletico River Plate, vamos falar de um grande treinador argentino que levou o clube a algumas conquistas, inclusive a uma semi-final de Copa Libertadores: trata-se de Américo Gallego.

Américo Rubén Gallego nasceu na cidade de Morteros, na província de Córdoba, no dia 25 de abril de 1955. Ele, como muitos técnicos de futebol foi jogador. A carreira dele foi marcada por jogar em apenas duas equipes: no Newell’s Old Boys de Rosário e no próprio River.

“EL TOLO”
Gallego era meio-campo. Se tornou jogador de futebol profissional no ano de 1974, no Newell’s Old Boys de Rosário. Lá recebeu o apelido de Tolo. O primeiro gol veio quase um ano depois, contra o Gimnasia de La Plata. Suas belíssimas apresentações foram recompensadas com uma convocação para a Copa do Mundo de 1978, pela seleção argentina dirigida por César Luís Menotti.

El Tolo foi contratado pelo River em 1981, um ano antes da Copa do Mundo de 82, na Espanha, onde ele também seria convocado. No Millonario, comandou o meio-campo junto com Reinaldo Merlo até encerrar a carreira, em 1988, na vitória do River Plate por 3 a 1, contra o Banfield.

No River, como jogador conquistou dois campeonatos argentinos, uma Taça Libertadores da América, uma Copa Interamericana e um Mundial Interclubes. Em 14 anos de carreira, Américo Gallego marcou 35 gols, em 440 partidas.

DE JOGADOR A “FREGUÊS DO VASCO”
Américo Gallego abandonou os gramados no ano de 1988, atuando no River Plate, com 33 anos de idade. De 1989 até 1994 foi auxiliar-técnico de Daniel Passarella no comando do time Millonario. Nesta época, a equipe que na época contava com jogadores estrelas, como Ariel Ortega, Leonardo Astrada e Marcelo Gallardo, foi campeão argentino quatro vezes: 1991, 1992, 1993, 1994 (Apertura).

Depois que Passarella resolveu assumir a Seleção Argentina, após a Copa do Mundo em 1994, Gallego aceitou o convite do presidente Alfredo Davicce de ser o novo técnico do clube. No comando do time vermelho, preto e branco, el tolo levou o River Plate a conquista invicta do Torneio Apertura de 1994. No ano seguinte, o então treinador da Seleção Albiceleste, o chamou para ser novamente seu auxiliar-técnico. No seu lugar, a diretoria contratou Ramón Díaz, que seria no futuro, campeão da Taça Libertadores da América de 1996.

Américo Gallego voltou a dirigir o River no ano de 1998, substituindo Ramón Díaz, para disputar aTaça Libertadores da América deste ano. O time ia bem na competição, era apontado com favorito a conquistar a Taça pela terceira vez. Mas na semi-finais, Gallego e los Millonarios encontrou o Clube de Regatas Vasco da Gama.
No primeiro jogo, em São Januário, no Rio de Janeiro, o River perdeu por um a zero, com gol do zagueiro Donizete.

O jogo de volta, no Estádio Monummental de Nuñez, em Buenos Aires foi emocionante. O River precisava de uma vitória simples para se classificar. O Vasco de um empate. O lateral-esquerdo Sorín, que um dia iria fazer a alegria da torcida do Cruzeiro no futuro fez um azero, levando a torciada ao delírio. Mas, aos 37 minutos do segundo tempo, tudo foi por água abaixo. Juninho Peranabucano cobrou falta a longa distância e mandou no ângulo do goleiro Burgos, acabando com o sonho do Tri.

Ele permaneceu até o ano de 2000, depois da Eliminação na Copa Mercosul, novamente contra o Vasco. Em pleno Monumental, o time de Juninho e cia., goleou o River Plate por 4 a 1.

GALLEGO HOJE
No ano de 2008, Américo Gallego dirigia o Tigres de la UANL, do México, time que ele dirigia desde o final de 2007. Mas as coisa não foram bem para el Tolo. Em fevereiro, o Tigres foi goleado por 6 a 1 para o Pachuca. Depois da partida, o presidente Enrique Borja ,declarou em entrevista coletiva que Américo Gallego não era mais treinador do time da cidade de Nuevo León.

Agora, Gallego está na praça esperando alguma proposta de um clube interessado em seus serviços. Se os times brasileiros fosse um pouco mais ousados, deveria investir em técnico argentinos, pois já que o mercado está escasso, inclusive em treinadores, Américo Gallego poderia fazer muito sucesso aqui no país.

FICHA TÉCNICA
NOME: AMÉRICO
Rubén GALLEGO
APELIDO: Tolo
DATA DE NASCIMENTO: 25 de abril de 1955, em Morteros, Córdoba (ARG) – 53 anos.
TEMPO DE RIVER: 1989 – 1994 (como auxiliar), 1994, 1998 - 2000 (como técnico).
JOGOS: 109 (63 vitórias, 32 empates, 14 derrotas).
TÍTULOS NO RIVER: Campeonato Argentino:1991, 1992, 1993, 1994 (Apertura), como auxiliar técnico; Campeonato Argentino 1994 (apertura) e 2000 (Clausura), como técnico.
MAIOR FEITO: Foi campeão argentino invicto no ano de 1994 (apertura).
MAIOR FIASCO: Virou freguês do Vasco, com duas eliminações vexatórias.

PRÓXIMA EDICÃO: RAMÓN DÍAZ

terça-feira, 9 de setembro de 2008

UMA PEDRA NO SAPATO DO RIVER

Nos últimos cinco jogos, Arsenal cansou o River e ainda o eliminou na Copa SuL-Americana.


JOÃO PAULO CASTILHO - Na partida contra o Arsenal, neste domingo, às 18h40, no Estádio Julio Humberto Grondona, em Sarandí, pelo Torneio Apertura, o River Plate vai tentar tirar uma pedra no sapato. Nos últimos cinco jogos, - três pelo Argentino e duas pela Copa Sul-Americana - , o time de Sarandí engrossou o caldo para cima do time de Nuñez, mas a vantagem é Millonaria: o River venceu duas, perdeu uma e empatou duas, sendo ainda eliminado do torneio sul-americano.

Na quinta rodada do Clausura do ano passado, River e Arsenal se enfrentaram no Estádio Monumental de Nuñez e o Millonario, que na época era treinado por Daniel Passarella, venceu por dois a um, com gols de Paulo Ferrari e Fernando Belluschi. Llama fez o gol do Arse. Na época, os dois times estavam na briga pela vice-liderança. O River eram o terceiro, enquanto o Arsenal era o quinto. Na oportunidade, o time que venceu era: River Plate: Carrizo; Paulo Ferrari, Rivas, Tuzzio e Villagra; Ponzio, Ahumada (René Lima), Zapata (Andrés Rios) e Fernando Belluschi; Rubén (Galván) e Ernesto Farias. Técnico: Daniel Passarella. Já o Arsenal perdeu com: Cuenca; Sekagya, Carlos Ruiz, Castiglione e Yacuzzi (Figueiroa); Garnier, San Martín, Ortíz e Llama (Mouche); Valdemarín e Mauro Óbolo (Raymonda). Técnico: Gustavo Alfaro.

No Clausura, ainda com Passarella, o River perdeu por dois a um. Os gols do viaduto foram de Matellan e Gandolfi. Rubén marcou para os gallinas. Novamente, os dois estavam na mesma situação: na zona intermediária. O River perdeu com: Ojeda; Paulo Ferrari, Sánchez, Tuzzio e Villagra; Fernández, Ahumada (Ponzio), Belluschi e Peralta (Abelaires); Andrés Rios (Rolando Zárate) e Rubén. Técnico: Passarella. O Arsenal perdeu com Cuenca; Mosquera, Espínola, Gandolfi e Matellan; Castiglione, Andrizzi (Gómez), Martín e Garnier; Ulloa (Biagini) e Calderón (Yacuzzi). Técnico: Gustavo Alfaro.

Daí veio a Copa Sul-Americana. O River apostava todas as suas fichas no torneio, até porque no ano, o arquirrival Boca Juniors havia sido campeão da Libertadores pela sexta vez e o técnico Passarella estava balançando. No primeiro jogo, no Monumental um empate sem gols. No jogo de volta, no Julio Grondona, outro empate. O jogo foi para os pênaltis. No final, deu Arsenal por quatro a dois. Zárate e Paulo Ferrari fizeram para o River Plate; Belluschi e Lima pararam no goleiro Cuenca. O time de Sarandí foi classificado com as conversões de Calderón, Yacuzzi, Casteglione e Cuenca. Depois disso, Daniel Passarella não era mais técnico do River, sendo substituído por Diego Simeone. O Arsenal foi classificado com Cuenca; Gandolfi, Mosquera, Matellán e Díaz; Carrera (Garnier), Castiglione, San Martín e Yacuzzi (Andrizzi); Biagini (Gómez) e Calderón. Técnico: Gustavo Alfaro. Já o River foi eliminado com Carrizo; Paulo Ferrari, Nasuti, Tuzzio e Ponzio; Belluschi, Ahumada, René Lima e Buonanotte (Fernández); Ortega (Rosales) e Andrés Rios (Zárate).Técnico: Passarella.

No torneio Apertura de 2008, os dois se encontraram e o River venceu por um a zero, no José Amalfitani, em Buenos Aires. O gol foi marcado por Archubi, que entrou no segundo tempo. O River venceu com Carrizo; Paulo Ferrari, Nasuti, Gerlo e Martinez; Ponzio, Matias Abelaires, Rosales (Archubi) e Sánchez; Buonanotte (Domingo) e Abreu (Andrés Ríos). Téc: Simeone. Arsenal: Cuenca; Carlos Báez, Mosquera, Matellán e Díaz (Espínola); Carrera (Andrizzi), Garnier (Leguizamón), Castiglione e Yacuzzi; Gómez e Calderón. Técnico: Gustavo Alfaro.